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30 junho, 2010
Info Inicial
Vamos viajar pela Holanda, Bélgica e Inglaterra. Não compramos nenhum pacote turístico dessa vez, contrataremos tours locais. Como Adélia já conhece os três países, será nossa “guia”. Seremos três nesse passeio: eu, Adélia e Kátia.
29 junho, 2010
Amsterdan, Roterdan, Haia, Delph, Ausmeer, Madurodan
06.06.2004
Nosso vôo teve uma conexão em Milão. O vôo que viria para Amsterdan atrasou mais de duas horas. Nesse período conhecemos algumas brasileiras e fomos juntas fazer um lanche. Durante a conversa descobrimos que uma delas já havia morado na mesma rua onde Kátia mora e a outra tem um irmão que trabalha embarcado na Bacia de Campos e mais, descobri que já trabalhamos juntos na P-15. Mundo pequeno esse.
Chegamos em Amsterdan às 11:00 h. Nossas malas ficaram retidas em Milão e a companhia aérea vai entregá-las no hotel ainda hoje. Fomos para o hotel e em seguida embarcamos em um tour pela cidade. Visitamos uma joalheria (Castel) onde se lapidam diamantes. São os melhores dilapidadores do mundo, herança dos judeus que vieram para a Holanda há séculos atrás. Fomos em seguida ao museu Rjukmuseum que possui vários quadros de Rembrandt e Vermeer. Achei interessante uma informação que o guia nos deu sobre os quadros de Rembrandt . Os quadros pintados por ele possuem, quase sempre, uma boa dose de luz e sombra, claro e escuro. Nos quadros feitos por encomenda de algum nobre, a luz era direcionada para o objeto de interesse do nobre, quase sempre ele próprio. Quando a obra não era paga o artista podia exercitar sua própria vontade e dar o enfoque que desejasse. Depois disso passei a olhar os quadros fazendo essa análise. No tour pela cidade aproveitamos muito pouco, estávamos mortas de cansaço.
07.06.2004
Fomos a algumas cidades importantes da Holanda:
Roterdan – é o maior porto do mundo. Possui uma arquitetura moderna localizada no centro da cidade, numa área que foi totalmente destruída pelos bombardeios alemães na 2ª guerra mundial. Esta área é hoje conhecida como “Pequena Manhatan” por causa dos altos prédios.
Haia - É onde fica a sede do governo , embora a capital continue sendo Amsterdan. Visitamos o bairro onde ficam as embaixadas e o palácio da paz. O bairro é muito arborizado e as embaixadas são belíssimas.
Delph - Cidade onde se produz uma cerâmica famosa no mundo todo. Visitamos uma das fábricas e vimos à pintura manual dessas cerâmicas. Acho que eu gostaria de trabalhar lá.
Ausmeer - Cidade produtora de flores. Fomos a uma indústria de beneficiamento onde tem um pregão (como o da bolsa de valores) onde as flores são vendidas. Caminhamos pelo enorme galpão, em uma passarela elevada, vendo as empilhadeiras arrumarem as caixas de flores. A variedade de espécies é impressionante. Acho que Adélia gostaria de trabalhar aqui.
Madurodan - Tem um parque em miniatura com todos os prédios importantes da Holanda.
No retorno do passeio fizemos um tour de barco pelos canais. Em seguida fomos ao bairro da luz vermelha (red ligth street), zona de prostituição que já virou ponto turístico. É uma zona arrumadinha onde as mulheres se mostram seminuas em vitrines. Ao lado da vitrine tem um telefone que o cliente usa para comunicar-se com a administração da casa, ou com a própria “modelo da vitrine”, para as negociações necessárias. Uma velha profissão com toques de modernidade.
Saímos da “red ligth” direto para um museu erótico. Nunca tinha estado em um e achei esse bem interessante. Acredito que haja outros bem melhores mas como não conheço nenhum, não tenho padrão de referência. No retorno para o hotel fomos a Praça Rembrandt. Escolhemos um restaurante para o jantar e descobrimos que o seu dono é um brasileiro. Osvaldo, gay assumidíssimo, é um rapaz simpático e falante que mora na Holanda há 14 anos. Conversamos muito e combinamos um encontro no Brasil no verão quando ele virá visitar a família no Rio de Janeiro
Nosso vôo teve uma conexão em Milão. O vôo que viria para Amsterdan atrasou mais de duas horas. Nesse período conhecemos algumas brasileiras e fomos juntas fazer um lanche. Durante a conversa descobrimos que uma delas já havia morado na mesma rua onde Kátia mora e a outra tem um irmão que trabalha embarcado na Bacia de Campos e mais, descobri que já trabalhamos juntos na P-15. Mundo pequeno esse.
Chegamos em Amsterdan às 11:00 h. Nossas malas ficaram retidas em Milão e a companhia aérea vai entregá-las no hotel ainda hoje. Fomos para o hotel e em seguida embarcamos em um tour pela cidade. Visitamos uma joalheria (Castel) onde se lapidam diamantes. São os melhores dilapidadores do mundo, herança dos judeus que vieram para a Holanda há séculos atrás. Fomos em seguida ao museu Rjukmuseum que possui vários quadros de Rembrandt e Vermeer. Achei interessante uma informação que o guia nos deu sobre os quadros de Rembrandt . Os quadros pintados por ele possuem, quase sempre, uma boa dose de luz e sombra, claro e escuro. Nos quadros feitos por encomenda de algum nobre, a luz era direcionada para o objeto de interesse do nobre, quase sempre ele próprio. Quando a obra não era paga o artista podia exercitar sua própria vontade e dar o enfoque que desejasse. Depois disso passei a olhar os quadros fazendo essa análise. No tour pela cidade aproveitamos muito pouco, estávamos mortas de cansaço.
07.06.2004
Fomos a algumas cidades importantes da Holanda:
Roterdan – é o maior porto do mundo. Possui uma arquitetura moderna localizada no centro da cidade, numa área que foi totalmente destruída pelos bombardeios alemães na 2ª guerra mundial. Esta área é hoje conhecida como “Pequena Manhatan” por causa dos altos prédios.
Haia - É onde fica a sede do governo , embora a capital continue sendo Amsterdan. Visitamos o bairro onde ficam as embaixadas e o palácio da paz. O bairro é muito arborizado e as embaixadas são belíssimas.
Delph - Cidade onde se produz uma cerâmica famosa no mundo todo. Visitamos uma das fábricas e vimos à pintura manual dessas cerâmicas. Acho que eu gostaria de trabalhar lá.
Ausmeer - Cidade produtora de flores. Fomos a uma indústria de beneficiamento onde tem um pregão (como o da bolsa de valores) onde as flores são vendidas. Caminhamos pelo enorme galpão, em uma passarela elevada, vendo as empilhadeiras arrumarem as caixas de flores. A variedade de espécies é impressionante. Acho que Adélia gostaria de trabalhar aqui.
Madurodan - Tem um parque em miniatura com todos os prédios importantes da Holanda.
No retorno do passeio fizemos um tour de barco pelos canais. Em seguida fomos ao bairro da luz vermelha (red ligth street), zona de prostituição que já virou ponto turístico. É uma zona arrumadinha onde as mulheres se mostram seminuas em vitrines. Ao lado da vitrine tem um telefone que o cliente usa para comunicar-se com a administração da casa, ou com a própria “modelo da vitrine”, para as negociações necessárias. Uma velha profissão com toques de modernidade.
Saímos da “red ligth” direto para um museu erótico. Nunca tinha estado em um e achei esse bem interessante. Acredito que haja outros bem melhores mas como não conheço nenhum, não tenho padrão de referência. No retorno para o hotel fomos a Praça Rembrandt. Escolhemos um restaurante para o jantar e descobrimos que o seu dono é um brasileiro. Osvaldo, gay assumidíssimo, é um rapaz simpático e falante que mora na Holanda há 14 anos. Conversamos muito e combinamos um encontro no Brasil no verão quando ele virá visitar a família no Rio de Janeiro
28 junho, 2010
Volendam e Marken
08.06.2004
Fizemos um passeio a duas cidades pesqueiras “Volendam” e Marken”. Casinhas de madeira com cortinas de rendas nas janelas, flores nas pequenas varandas, tudo muito bucólico e bonito demais. Fomos de barco de Volendam para Marquen, um passeio delicioso, com céu azul e temperatura das mais agradáveis. Estamos com sorte, os dias estão lindos , o que não deve ocorrer com muita frequência por aqui. Em Marquen a maioria das casas são verdes com janelas brancas. Uma senhora vestida com trajes típicos nos esperava no cais. Todos queriam tirar fotos com ela, por causa da roupa e também porque ela era muito receptiva. Ela é a mulher mais fotografada do lugar, já aparece inclusive nos cartões postais da ilha.
Voltamos para o continente de ônibus. Na verdade Markem já foi uma ilha, atualmente está ligada ao continente por um dique. Paramos em uma fábrica de queijo artesanal. Enquanto ouvíamos a explicação sobre como os queijos são fabricados, beliscamos vários. É uma delícia, o que não é de se admirar já que estamos na terra das vacas holandesas.
Durante o trajeto até Amsterdan a guia nos mostrou alguns “diques” que fazem esse país existir.
Mais tarde fomos ao museu Van Gogh, meu pintor predileto. Acho que posso afirmar que, ir a este museu foi uma das coisas que mais me dará prazer nesta viagem
Paramos pra tomar uma cerveja Amistel na Praça Leidseplen. Vários músicos estavam tocando em lugares diferentes da praça. Um desses grupos tocou “Trenzinho Caipira” de Vila Lobos. Arrasou. Não pude deixar de sentir orgulho do nosso irreverente compositor e maestro. Á noite voltamos aos arredores dessa praça para jantar. São muitos os restaurantes, das mais variadas cozinhas. Lembra um pouco o “Quartie Latin” de Paris. Encontramos mais uma brasileira, de Florianópolis, trabalhando em um restaurante. Ao todo encontramos 6 brasileiros trabalhando por aqui: uma na loja de diamantes, 2 donos de restaurantes, 2 garçonetes e 1 chef de cozinha que trabalha no Sheraton.
09.06.2004
O dia hoje foi inteiramente livre, sem passeio programado. Perambulamos pelas ruas da cidade sem pressa. Paramos no bairro judeu para comprar alguns “regalos”. Em seguida visitamos a casa/museu de Anne Frank. É um pouco deprimente mas a visita vale a pena, principalmente para quem leu o livro, ou viu o filme, “o Diário de Anne Frank”.
Á noite fomos jantar no restaurante “Le Monde” do nosso amiguinho Osvaldo. Uma coisa que notamos por aqui é que os restaurantes não têm muitos garçons como geralmente acontece no Brasil. Os poucos que tem trabalham com muita rapidez e os clientes têm que esperar calmamente a sua vez. Não adianta ficar chamando o garçom, ele só virá quando for o momento de atender a sua mesa.
Kátia estava estranhando o fato de não ter encontrado ninguém usando droga. Osvaldo nos explicou que existem lugares específicos para isso. Não pode, por exemplo, alguém chegar no Le Monde e cheirar uma carreirinha de pó. Pra isso existem os bares onde é permitido o uso e até vendida à droga.
Fizemos um passeio a duas cidades pesqueiras “Volendam” e Marken”. Casinhas de madeira com cortinas de rendas nas janelas, flores nas pequenas varandas, tudo muito bucólico e bonito demais. Fomos de barco de Volendam para Marquen, um passeio delicioso, com céu azul e temperatura das mais agradáveis. Estamos com sorte, os dias estão lindos , o que não deve ocorrer com muita frequência por aqui. Em Marquen a maioria das casas são verdes com janelas brancas. Uma senhora vestida com trajes típicos nos esperava no cais. Todos queriam tirar fotos com ela, por causa da roupa e também porque ela era muito receptiva. Ela é a mulher mais fotografada do lugar, já aparece inclusive nos cartões postais da ilha.
Voltamos para o continente de ônibus. Na verdade Markem já foi uma ilha, atualmente está ligada ao continente por um dique. Paramos em uma fábrica de queijo artesanal. Enquanto ouvíamos a explicação sobre como os queijos são fabricados, beliscamos vários. É uma delícia, o que não é de se admirar já que estamos na terra das vacas holandesas.
Durante o trajeto até Amsterdan a guia nos mostrou alguns “diques” que fazem esse país existir.
Mais tarde fomos ao museu Van Gogh, meu pintor predileto. Acho que posso afirmar que, ir a este museu foi uma das coisas que mais me dará prazer nesta viagem
Paramos pra tomar uma cerveja Amistel na Praça Leidseplen. Vários músicos estavam tocando em lugares diferentes da praça. Um desses grupos tocou “Trenzinho Caipira” de Vila Lobos. Arrasou. Não pude deixar de sentir orgulho do nosso irreverente compositor e maestro. Á noite voltamos aos arredores dessa praça para jantar. São muitos os restaurantes, das mais variadas cozinhas. Lembra um pouco o “Quartie Latin” de Paris. Encontramos mais uma brasileira, de Florianópolis, trabalhando em um restaurante. Ao todo encontramos 6 brasileiros trabalhando por aqui: uma na loja de diamantes, 2 donos de restaurantes, 2 garçonetes e 1 chef de cozinha que trabalha no Sheraton.
09.06.2004
O dia hoje foi inteiramente livre, sem passeio programado. Perambulamos pelas ruas da cidade sem pressa. Paramos no bairro judeu para comprar alguns “regalos”. Em seguida visitamos a casa/museu de Anne Frank. É um pouco deprimente mas a visita vale a pena, principalmente para quem leu o livro, ou viu o filme, “o Diário de Anne Frank”.
Á noite fomos jantar no restaurante “Le Monde” do nosso amiguinho Osvaldo. Uma coisa que notamos por aqui é que os restaurantes não têm muitos garçons como geralmente acontece no Brasil. Os poucos que tem trabalham com muita rapidez e os clientes têm que esperar calmamente a sua vez. Não adianta ficar chamando o garçom, ele só virá quando for o momento de atender a sua mesa.
Kátia estava estranhando o fato de não ter encontrado ninguém usando droga. Osvaldo nos explicou que existem lugares específicos para isso. Não pode, por exemplo, alguém chegar no Le Monde e cheirar uma carreirinha de pó. Pra isso existem os bares onde é permitido o uso e até vendida à droga.
26 junho, 2010
Bruges, Gent e Luxemburgo
12.06.2004
Contratamos um tour local para a cidade de Bruges. No caminho fizemos uma parada na cidade de Gent. Visitamos a catedral de St. Bavón que também tem quadros de Rubens. Durante a visita um coral ensaiava uma música em latim. Fico imaginando como seria cantar com o coral da Petrobras numa igreja com essa acústica. Quem sabe algum dia não cantamos na igreja da Candelária, no Rio...
Nessa cidade o idioma falado não é o francês. Eles falam o “flamengo”. Com esse nome, deve ser uma língua bem bonita, vibrante, calorosa. Em Antuérpia e Bruges a língua falada também é o flamengo.
A cidade de Bruges é uma gracinha. Enfrentamos uma longa fila para o passeio de barco. Os canais são estreitos e atravessamos sob várias pontes bem antigas que lembram muito bem o passado medieval dessa cidade. Em seguida caminhamos pelas ruas estreitas da cidade em direção a praça central. Pelo caminho muitas lojinhas vendendo chocolate e também a famosa renda de bruges. Estávamos em um grupo muito grande e o guia parecia um pouco confuso, tendo que repetir as informações em várias línguas. A cidade merece uma visita mais demorada.
À noite, já em Bruxelas, fomos a um bar bem legal. O “La Morte Subit” (morte súbita) é bem frequentado e muito aconchegante. Como a maioria dos bares por aqui, não há muita variedade de belisquetes. As pessoas vêm mesmo é beber, encher “a cara”, eu diria. Pedimos várias cervejas diferentes, algumas com sabor de frutas que eu nem provei pois não gosto de bebida doce. Tudo ia muito bem até que nos levantamos para ir embora e percebemos que o bar estava girando. Mama mia, não é que a cerveja levinha quase nos derruba ?
13.06.2004
Hoje fomos conhecer a província de Luxemburgo e o Grão Ducado de Luxenburgo. São duas cidade diferentes apesar do mesmo nome. A província pertence à Bélgica e o Grão Ducado é um Estado independente.
A região é muito bonita, cercada de florestas. Faz muito frio no inverno, chegando até 25 º negativos. Na província visitamos um castelo que pertencia ao rei Godofredo de Million, que lutou nas cruzadas. Acho que participar das cruzadas era sinal de virilidade para os homens daquela época. Esse castelo é o primeiro que conheço que mantém uma aparência bem original, como deveria ser realmente um castelo na idade média: escuro, úmido, bem rústico, com a finalidade primordial de defender seus ocupantes. No pátio externo havia um homem vestido com roupas de época fazendo uma apresentação com uma ave, acho que uma águia, bem legal.
Seguimos para o Grão Ducado. Almoçamos e em seguida fizemos um tour pelos monumentos da cidade. Caminhando pelas ruas que estavam meio vazias (hoje é domingo) passamos pelo palácio imperial e assistimos à troca da guarda. Terminamos o passeio tomando um delicioso chocolate quente com creme, fumegante, para combinar com o frio do final de tarde. Estávamos em um restaurante com mesinhas na calçada. Uma orquestra infantil se apresentava na praça que é toda cercada de restaurantes com mesinhas ao ar livre. Bebíamos o chocolate e ouvíamos a música. Já falei que essa é uma das partes que mais gosto nesses passeios ?
Contratamos um tour local para a cidade de Bruges. No caminho fizemos uma parada na cidade de Gent. Visitamos a catedral de St. Bavón que também tem quadros de Rubens. Durante a visita um coral ensaiava uma música em latim. Fico imaginando como seria cantar com o coral da Petrobras numa igreja com essa acústica. Quem sabe algum dia não cantamos na igreja da Candelária, no Rio...
Nessa cidade o idioma falado não é o francês. Eles falam o “flamengo”. Com esse nome, deve ser uma língua bem bonita, vibrante, calorosa. Em Antuérpia e Bruges a língua falada também é o flamengo.
A cidade de Bruges é uma gracinha. Enfrentamos uma longa fila para o passeio de barco. Os canais são estreitos e atravessamos sob várias pontes bem antigas que lembram muito bem o passado medieval dessa cidade. Em seguida caminhamos pelas ruas estreitas da cidade em direção a praça central. Pelo caminho muitas lojinhas vendendo chocolate e também a famosa renda de bruges. Estávamos em um grupo muito grande e o guia parecia um pouco confuso, tendo que repetir as informações em várias línguas. A cidade merece uma visita mais demorada.
À noite, já em Bruxelas, fomos a um bar bem legal. O “La Morte Subit” (morte súbita) é bem frequentado e muito aconchegante. Como a maioria dos bares por aqui, não há muita variedade de belisquetes. As pessoas vêm mesmo é beber, encher “a cara”, eu diria. Pedimos várias cervejas diferentes, algumas com sabor de frutas que eu nem provei pois não gosto de bebida doce. Tudo ia muito bem até que nos levantamos para ir embora e percebemos que o bar estava girando. Mama mia, não é que a cerveja levinha quase nos derruba ?
13.06.2004
Hoje fomos conhecer a província de Luxemburgo e o Grão Ducado de Luxenburgo. São duas cidade diferentes apesar do mesmo nome. A província pertence à Bélgica e o Grão Ducado é um Estado independente.
A região é muito bonita, cercada de florestas. Faz muito frio no inverno, chegando até 25 º negativos. Na província visitamos um castelo que pertencia ao rei Godofredo de Million, que lutou nas cruzadas. Acho que participar das cruzadas era sinal de virilidade para os homens daquela época. Esse castelo é o primeiro que conheço que mantém uma aparência bem original, como deveria ser realmente um castelo na idade média: escuro, úmido, bem rústico, com a finalidade primordial de defender seus ocupantes. No pátio externo havia um homem vestido com roupas de época fazendo uma apresentação com uma ave, acho que uma águia, bem legal.
Seguimos para o Grão Ducado. Almoçamos e em seguida fizemos um tour pelos monumentos da cidade. Caminhando pelas ruas que estavam meio vazias (hoje é domingo) passamos pelo palácio imperial e assistimos à troca da guarda. Terminamos o passeio tomando um delicioso chocolate quente com creme, fumegante, para combinar com o frio do final de tarde. Estávamos em um restaurante com mesinhas na calçada. Uma orquestra infantil se apresentava na praça que é toda cercada de restaurantes com mesinhas ao ar livre. Bebíamos o chocolate e ouvíamos a música. Já falei que essa é uma das partes que mais gosto nesses passeios ?
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