30 junho, 2010
Info Inicial
Vamos viajar pela Holanda, Bélgica e Inglaterra. Não compramos nenhum pacote turístico dessa vez, contrataremos tours locais. Como Adélia já conhece os três países, será nossa “guia”. Seremos três nesse passeio: eu, Adélia e Kátia.
29 junho, 2010
Amsterdan, Roterdan, Haia, Delph, Ausmeer, Madurodan
06.06.2004
Nosso vôo teve uma conexão em Milão. O vôo que viria para Amsterdan atrasou mais de duas horas. Nesse período conhecemos algumas brasileiras e fomos juntas fazer um lanche. Durante a conversa descobrimos que uma delas já havia morado na mesma rua onde Kátia mora e a outra tem um irmão que trabalha embarcado na Bacia de Campos e mais, descobri que já trabalhamos juntos na P-15. Mundo pequeno esse.
Chegamos em Amsterdan às 11:00 h. Nossas malas ficaram retidas em Milão e a companhia aérea vai entregá-las no hotel ainda hoje. Fomos para o hotel e em seguida embarcamos em um tour pela cidade. Visitamos uma joalheria (Castel) onde se lapidam diamantes. São os melhores dilapidadores do mundo, herança dos judeus que vieram para a Holanda há séculos atrás. Fomos em seguida ao museu Rjukmuseum que possui vários quadros de Rembrandt e Vermeer. Achei interessante uma informação que o guia nos deu sobre os quadros de Rembrandt . Os quadros pintados por ele possuem, quase sempre, uma boa dose de luz e sombra, claro e escuro. Nos quadros feitos por encomenda de algum nobre, a luz era direcionada para o objeto de interesse do nobre, quase sempre ele próprio. Quando a obra não era paga o artista podia exercitar sua própria vontade e dar o enfoque que desejasse. Depois disso passei a olhar os quadros fazendo essa análise. No tour pela cidade aproveitamos muito pouco, estávamos mortas de cansaço.
07.06.2004
Fomos a algumas cidades importantes da Holanda:
Roterdan – é o maior porto do mundo. Possui uma arquitetura moderna localizada no centro da cidade, numa área que foi totalmente destruída pelos bombardeios alemães na 2ª guerra mundial. Esta área é hoje conhecida como “Pequena Manhatan” por causa dos altos prédios.
Haia - É onde fica a sede do governo , embora a capital continue sendo Amsterdan. Visitamos o bairro onde ficam as embaixadas e o palácio da paz. O bairro é muito arborizado e as embaixadas são belíssimas.
Delph - Cidade onde se produz uma cerâmica famosa no mundo todo. Visitamos uma das fábricas e vimos à pintura manual dessas cerâmicas. Acho que eu gostaria de trabalhar lá.
Ausmeer - Cidade produtora de flores. Fomos a uma indústria de beneficiamento onde tem um pregão (como o da bolsa de valores) onde as flores são vendidas. Caminhamos pelo enorme galpão, em uma passarela elevada, vendo as empilhadeiras arrumarem as caixas de flores. A variedade de espécies é impressionante. Acho que Adélia gostaria de trabalhar aqui.
Madurodan - Tem um parque em miniatura com todos os prédios importantes da Holanda.
No retorno do passeio fizemos um tour de barco pelos canais. Em seguida fomos ao bairro da luz vermelha (red ligth street), zona de prostituição que já virou ponto turístico. É uma zona arrumadinha onde as mulheres se mostram seminuas em vitrines. Ao lado da vitrine tem um telefone que o cliente usa para comunicar-se com a administração da casa, ou com a própria “modelo da vitrine”, para as negociações necessárias. Uma velha profissão com toques de modernidade.
Saímos da “red ligth” direto para um museu erótico. Nunca tinha estado em um e achei esse bem interessante. Acredito que haja outros bem melhores mas como não conheço nenhum, não tenho padrão de referência. No retorno para o hotel fomos a Praça Rembrandt. Escolhemos um restaurante para o jantar e descobrimos que o seu dono é um brasileiro. Osvaldo, gay assumidíssimo, é um rapaz simpático e falante que mora na Holanda há 14 anos. Conversamos muito e combinamos um encontro no Brasil no verão quando ele virá visitar a família no Rio de Janeiro
Nosso vôo teve uma conexão em Milão. O vôo que viria para Amsterdan atrasou mais de duas horas. Nesse período conhecemos algumas brasileiras e fomos juntas fazer um lanche. Durante a conversa descobrimos que uma delas já havia morado na mesma rua onde Kátia mora e a outra tem um irmão que trabalha embarcado na Bacia de Campos e mais, descobri que já trabalhamos juntos na P-15. Mundo pequeno esse.
Chegamos em Amsterdan às 11:00 h. Nossas malas ficaram retidas em Milão e a companhia aérea vai entregá-las no hotel ainda hoje. Fomos para o hotel e em seguida embarcamos em um tour pela cidade. Visitamos uma joalheria (Castel) onde se lapidam diamantes. São os melhores dilapidadores do mundo, herança dos judeus que vieram para a Holanda há séculos atrás. Fomos em seguida ao museu Rjukmuseum que possui vários quadros de Rembrandt e Vermeer. Achei interessante uma informação que o guia nos deu sobre os quadros de Rembrandt . Os quadros pintados por ele possuem, quase sempre, uma boa dose de luz e sombra, claro e escuro. Nos quadros feitos por encomenda de algum nobre, a luz era direcionada para o objeto de interesse do nobre, quase sempre ele próprio. Quando a obra não era paga o artista podia exercitar sua própria vontade e dar o enfoque que desejasse. Depois disso passei a olhar os quadros fazendo essa análise. No tour pela cidade aproveitamos muito pouco, estávamos mortas de cansaço.
07.06.2004
Fomos a algumas cidades importantes da Holanda:
Roterdan – é o maior porto do mundo. Possui uma arquitetura moderna localizada no centro da cidade, numa área que foi totalmente destruída pelos bombardeios alemães na 2ª guerra mundial. Esta área é hoje conhecida como “Pequena Manhatan” por causa dos altos prédios.
Haia - É onde fica a sede do governo , embora a capital continue sendo Amsterdan. Visitamos o bairro onde ficam as embaixadas e o palácio da paz. O bairro é muito arborizado e as embaixadas são belíssimas.
Delph - Cidade onde se produz uma cerâmica famosa no mundo todo. Visitamos uma das fábricas e vimos à pintura manual dessas cerâmicas. Acho que eu gostaria de trabalhar lá.
Ausmeer - Cidade produtora de flores. Fomos a uma indústria de beneficiamento onde tem um pregão (como o da bolsa de valores) onde as flores são vendidas. Caminhamos pelo enorme galpão, em uma passarela elevada, vendo as empilhadeiras arrumarem as caixas de flores. A variedade de espécies é impressionante. Acho que Adélia gostaria de trabalhar aqui.
Madurodan - Tem um parque em miniatura com todos os prédios importantes da Holanda.
No retorno do passeio fizemos um tour de barco pelos canais. Em seguida fomos ao bairro da luz vermelha (red ligth street), zona de prostituição que já virou ponto turístico. É uma zona arrumadinha onde as mulheres se mostram seminuas em vitrines. Ao lado da vitrine tem um telefone que o cliente usa para comunicar-se com a administração da casa, ou com a própria “modelo da vitrine”, para as negociações necessárias. Uma velha profissão com toques de modernidade.
Saímos da “red ligth” direto para um museu erótico. Nunca tinha estado em um e achei esse bem interessante. Acredito que haja outros bem melhores mas como não conheço nenhum, não tenho padrão de referência. No retorno para o hotel fomos a Praça Rembrandt. Escolhemos um restaurante para o jantar e descobrimos que o seu dono é um brasileiro. Osvaldo, gay assumidíssimo, é um rapaz simpático e falante que mora na Holanda há 14 anos. Conversamos muito e combinamos um encontro no Brasil no verão quando ele virá visitar a família no Rio de Janeiro
28 junho, 2010
Volendam e Marken
08.06.2004
Fizemos um passeio a duas cidades pesqueiras “Volendam” e Marken”. Casinhas de madeira com cortinas de rendas nas janelas, flores nas pequenas varandas, tudo muito bucólico e bonito demais. Fomos de barco de Volendam para Marquen, um passeio delicioso, com céu azul e temperatura das mais agradáveis. Estamos com sorte, os dias estão lindos , o que não deve ocorrer com muita frequência por aqui. Em Marquen a maioria das casas são verdes com janelas brancas. Uma senhora vestida com trajes típicos nos esperava no cais. Todos queriam tirar fotos com ela, por causa da roupa e também porque ela era muito receptiva. Ela é a mulher mais fotografada do lugar, já aparece inclusive nos cartões postais da ilha.
Voltamos para o continente de ônibus. Na verdade Markem já foi uma ilha, atualmente está ligada ao continente por um dique. Paramos em uma fábrica de queijo artesanal. Enquanto ouvíamos a explicação sobre como os queijos são fabricados, beliscamos vários. É uma delícia, o que não é de se admirar já que estamos na terra das vacas holandesas.
Durante o trajeto até Amsterdan a guia nos mostrou alguns “diques” que fazem esse país existir.
Mais tarde fomos ao museu Van Gogh, meu pintor predileto. Acho que posso afirmar que, ir a este museu foi uma das coisas que mais me dará prazer nesta viagem
Paramos pra tomar uma cerveja Amistel na Praça Leidseplen. Vários músicos estavam tocando em lugares diferentes da praça. Um desses grupos tocou “Trenzinho Caipira” de Vila Lobos. Arrasou. Não pude deixar de sentir orgulho do nosso irreverente compositor e maestro. Á noite voltamos aos arredores dessa praça para jantar. São muitos os restaurantes, das mais variadas cozinhas. Lembra um pouco o “Quartie Latin” de Paris. Encontramos mais uma brasileira, de Florianópolis, trabalhando em um restaurante. Ao todo encontramos 6 brasileiros trabalhando por aqui: uma na loja de diamantes, 2 donos de restaurantes, 2 garçonetes e 1 chef de cozinha que trabalha no Sheraton.
09.06.2004
O dia hoje foi inteiramente livre, sem passeio programado. Perambulamos pelas ruas da cidade sem pressa. Paramos no bairro judeu para comprar alguns “regalos”. Em seguida visitamos a casa/museu de Anne Frank. É um pouco deprimente mas a visita vale a pena, principalmente para quem leu o livro, ou viu o filme, “o Diário de Anne Frank”.
Á noite fomos jantar no restaurante “Le Monde” do nosso amiguinho Osvaldo. Uma coisa que notamos por aqui é que os restaurantes não têm muitos garçons como geralmente acontece no Brasil. Os poucos que tem trabalham com muita rapidez e os clientes têm que esperar calmamente a sua vez. Não adianta ficar chamando o garçom, ele só virá quando for o momento de atender a sua mesa.
Kátia estava estranhando o fato de não ter encontrado ninguém usando droga. Osvaldo nos explicou que existem lugares específicos para isso. Não pode, por exemplo, alguém chegar no Le Monde e cheirar uma carreirinha de pó. Pra isso existem os bares onde é permitido o uso e até vendida à droga.
Fizemos um passeio a duas cidades pesqueiras “Volendam” e Marken”. Casinhas de madeira com cortinas de rendas nas janelas, flores nas pequenas varandas, tudo muito bucólico e bonito demais. Fomos de barco de Volendam para Marquen, um passeio delicioso, com céu azul e temperatura das mais agradáveis. Estamos com sorte, os dias estão lindos , o que não deve ocorrer com muita frequência por aqui. Em Marquen a maioria das casas são verdes com janelas brancas. Uma senhora vestida com trajes típicos nos esperava no cais. Todos queriam tirar fotos com ela, por causa da roupa e também porque ela era muito receptiva. Ela é a mulher mais fotografada do lugar, já aparece inclusive nos cartões postais da ilha.
Voltamos para o continente de ônibus. Na verdade Markem já foi uma ilha, atualmente está ligada ao continente por um dique. Paramos em uma fábrica de queijo artesanal. Enquanto ouvíamos a explicação sobre como os queijos são fabricados, beliscamos vários. É uma delícia, o que não é de se admirar já que estamos na terra das vacas holandesas.
Durante o trajeto até Amsterdan a guia nos mostrou alguns “diques” que fazem esse país existir.
Mais tarde fomos ao museu Van Gogh, meu pintor predileto. Acho que posso afirmar que, ir a este museu foi uma das coisas que mais me dará prazer nesta viagem
Paramos pra tomar uma cerveja Amistel na Praça Leidseplen. Vários músicos estavam tocando em lugares diferentes da praça. Um desses grupos tocou “Trenzinho Caipira” de Vila Lobos. Arrasou. Não pude deixar de sentir orgulho do nosso irreverente compositor e maestro. Á noite voltamos aos arredores dessa praça para jantar. São muitos os restaurantes, das mais variadas cozinhas. Lembra um pouco o “Quartie Latin” de Paris. Encontramos mais uma brasileira, de Florianópolis, trabalhando em um restaurante. Ao todo encontramos 6 brasileiros trabalhando por aqui: uma na loja de diamantes, 2 donos de restaurantes, 2 garçonetes e 1 chef de cozinha que trabalha no Sheraton.
09.06.2004
O dia hoje foi inteiramente livre, sem passeio programado. Perambulamos pelas ruas da cidade sem pressa. Paramos no bairro judeu para comprar alguns “regalos”. Em seguida visitamos a casa/museu de Anne Frank. É um pouco deprimente mas a visita vale a pena, principalmente para quem leu o livro, ou viu o filme, “o Diário de Anne Frank”.
Á noite fomos jantar no restaurante “Le Monde” do nosso amiguinho Osvaldo. Uma coisa que notamos por aqui é que os restaurantes não têm muitos garçons como geralmente acontece no Brasil. Os poucos que tem trabalham com muita rapidez e os clientes têm que esperar calmamente a sua vez. Não adianta ficar chamando o garçom, ele só virá quando for o momento de atender a sua mesa.
Kátia estava estranhando o fato de não ter encontrado ninguém usando droga. Osvaldo nos explicou que existem lugares específicos para isso. Não pode, por exemplo, alguém chegar no Le Monde e cheirar uma carreirinha de pó. Pra isso existem os bares onde é permitido o uso e até vendida à droga.
27 junho, 2010
Bruxelas e Antuérpia
10.06.2004
Seguimos de trem para Bruxelas. A viagem foi tranquila e durou mais ou menos 3 horas. O nosso hotel fica um pouco longe do centro mas é possível ir a pé. Deixamos as malas e fomos direto para a “Grand Place” . Realmente esta praça faz jus à fama de ser a mais bonita grand place da Europa. Nos arredores da praça existem vários restaurantes. Escolhemos um deles e comemos um prato típico, pato acompanhado de batatas e uma massa, enquanto olhávamos o movimento de turistas que passavam pela praça.
11.06.2004
Pela manhã fizemos um tour pela cidade. Vimos o Atomium, monumento bem conhecido que foi construído para a exposição mundial de 1958 (acho que aquelas bolas imensas ligadas umas as outras representam átomos de alguma matéria, não sei qual) passamos por algumas construções antigas, palácios, etc. Paramos no monumento conhecido como Manneken-Pis. A palavra monumento, neste caso, é um exagero. É só um bonequinho mijão não muito diferente do nosso manequinho que está em Botafogo.
Seguimos para Antuérpia a terra dos diamantes. A Bélgica produz 70% dos diamantes lapidados do planeta. Sorte minha não me sentir atraída por jóias, pedras preciosas e coisas afins. Para os apaixonados por jóias é muito difícil sair ilesa dessas lojas de lapidação de diamantes. Fiquei satisfeita com os “Diamonds”, chocolates em forma de diamantes.
Visitamos a catedral de Nossa Senhora que possui algumas pinturas de Rubens. Alguns quadros são divididos em três partes. Fez-me lembrar de alguns altares góticos que vi em uma viagem ao leste europeu. São quadros muito bonitos. Parece-me que Rubens nasceu aqui ou viveu por aqui alguns anos.
Encontramos pelas ruas vários judeus vestidos de preto e com aqueles cachinhos nos cabelos pendurados ao lado rosto. É a primeira vez que vejo tantos judeus ortodoxos, pelo visto são muitos por aqui. Ah, por isso tantos diamantes.
Retornamos para Bruxelas. Alguém nos avisou que tomássemos cuidado com os restaurantes próximos a Grand Place, alguns são uma “cilada”. Sentamos-nos no bar Jery (bar do tin tin), escolhemos uma cerveja entre as mais de 300 cervejas produzidas neste país. Aqui a carta é de cervejas e não de vinhos e cada cerveja é servida em seu próprio copo, ou seja, existe um tipo de copo para cada marca de cerveja. Achei a idéia muito interessante.
Mais tarde saímos em busca de um restaurante para o jantar. Entramos em uma ruazinha estreita, piatonal, com restaurantes dos dois lados da rua. Alguns tinham música ao vivo e o clima da rua era bem alegre. A fome já era muita e um cartaz na porta de entrada de um restaurante nos atraiu. Era uma paella para 3 pessoas por um preço que nos pareceu razoável. Escolhemos uma mesa próxima à janela para ouvirmos a música francesa que tocava no restaurante em frente ao nosso. Logo que sentamos nos serviram uma cesta de pães maravilhosa e uma taça de champanhe, cortesia da casa. Começamos a desconfiar que o preço declarado no cartaz não era para 3 pessoas. Quando a comida foi servida já havíamos tomado champanhe e vinho e o preço já não importava mais. A paella só de frutos do mar estava sensacional: camarões enormes, lagostins idem, lulas, etc...
Como já desconfiávamos, o cartaz na entrada do restaurante era uma “cilada”. A foto era de um prato que servia 3 pessoas mas o preço afixado era “por pessoa” . Valeu a pena, a paella foi inesquecível, e o preço também.
Seguimos de trem para Bruxelas. A viagem foi tranquila e durou mais ou menos 3 horas. O nosso hotel fica um pouco longe do centro mas é possível ir a pé. Deixamos as malas e fomos direto para a “Grand Place” . Realmente esta praça faz jus à fama de ser a mais bonita grand place da Europa. Nos arredores da praça existem vários restaurantes. Escolhemos um deles e comemos um prato típico, pato acompanhado de batatas e uma massa, enquanto olhávamos o movimento de turistas que passavam pela praça.
11.06.2004
Pela manhã fizemos um tour pela cidade. Vimos o Atomium, monumento bem conhecido que foi construído para a exposição mundial de 1958 (acho que aquelas bolas imensas ligadas umas as outras representam átomos de alguma matéria, não sei qual) passamos por algumas construções antigas, palácios, etc. Paramos no monumento conhecido como Manneken-Pis. A palavra monumento, neste caso, é um exagero. É só um bonequinho mijão não muito diferente do nosso manequinho que está em Botafogo.
Seguimos para Antuérpia a terra dos diamantes. A Bélgica produz 70% dos diamantes lapidados do planeta. Sorte minha não me sentir atraída por jóias, pedras preciosas e coisas afins. Para os apaixonados por jóias é muito difícil sair ilesa dessas lojas de lapidação de diamantes. Fiquei satisfeita com os “Diamonds”, chocolates em forma de diamantes.
Visitamos a catedral de Nossa Senhora que possui algumas pinturas de Rubens. Alguns quadros são divididos em três partes. Fez-me lembrar de alguns altares góticos que vi em uma viagem ao leste europeu. São quadros muito bonitos. Parece-me que Rubens nasceu aqui ou viveu por aqui alguns anos.
Encontramos pelas ruas vários judeus vestidos de preto e com aqueles cachinhos nos cabelos pendurados ao lado rosto. É a primeira vez que vejo tantos judeus ortodoxos, pelo visto são muitos por aqui. Ah, por isso tantos diamantes.
Retornamos para Bruxelas. Alguém nos avisou que tomássemos cuidado com os restaurantes próximos a Grand Place, alguns são uma “cilada”. Sentamos-nos no bar Jery (bar do tin tin), escolhemos uma cerveja entre as mais de 300 cervejas produzidas neste país. Aqui a carta é de cervejas e não de vinhos e cada cerveja é servida em seu próprio copo, ou seja, existe um tipo de copo para cada marca de cerveja. Achei a idéia muito interessante.
Mais tarde saímos em busca de um restaurante para o jantar. Entramos em uma ruazinha estreita, piatonal, com restaurantes dos dois lados da rua. Alguns tinham música ao vivo e o clima da rua era bem alegre. A fome já era muita e um cartaz na porta de entrada de um restaurante nos atraiu. Era uma paella para 3 pessoas por um preço que nos pareceu razoável. Escolhemos uma mesa próxima à janela para ouvirmos a música francesa que tocava no restaurante em frente ao nosso. Logo que sentamos nos serviram uma cesta de pães maravilhosa e uma taça de champanhe, cortesia da casa. Começamos a desconfiar que o preço declarado no cartaz não era para 3 pessoas. Quando a comida foi servida já havíamos tomado champanhe e vinho e o preço já não importava mais. A paella só de frutos do mar estava sensacional: camarões enormes, lagostins idem, lulas, etc...
Como já desconfiávamos, o cartaz na entrada do restaurante era uma “cilada”. A foto era de um prato que servia 3 pessoas mas o preço afixado era “por pessoa” . Valeu a pena, a paella foi inesquecível, e o preço também.
26 junho, 2010
Bruges, Gent e Luxemburgo
12.06.2004
Contratamos um tour local para a cidade de Bruges. No caminho fizemos uma parada na cidade de Gent. Visitamos a catedral de St. Bavón que também tem quadros de Rubens. Durante a visita um coral ensaiava uma música em latim. Fico imaginando como seria cantar com o coral da Petrobras numa igreja com essa acústica. Quem sabe algum dia não cantamos na igreja da Candelária, no Rio...
Nessa cidade o idioma falado não é o francês. Eles falam o “flamengo”. Com esse nome, deve ser uma língua bem bonita, vibrante, calorosa. Em Antuérpia e Bruges a língua falada também é o flamengo.
A cidade de Bruges é uma gracinha. Enfrentamos uma longa fila para o passeio de barco. Os canais são estreitos e atravessamos sob várias pontes bem antigas que lembram muito bem o passado medieval dessa cidade. Em seguida caminhamos pelas ruas estreitas da cidade em direção a praça central. Pelo caminho muitas lojinhas vendendo chocolate e também a famosa renda de bruges. Estávamos em um grupo muito grande e o guia parecia um pouco confuso, tendo que repetir as informações em várias línguas. A cidade merece uma visita mais demorada.
À noite, já em Bruxelas, fomos a um bar bem legal. O “La Morte Subit” (morte súbita) é bem frequentado e muito aconchegante. Como a maioria dos bares por aqui, não há muita variedade de belisquetes. As pessoas vêm mesmo é beber, encher “a cara”, eu diria. Pedimos várias cervejas diferentes, algumas com sabor de frutas que eu nem provei pois não gosto de bebida doce. Tudo ia muito bem até que nos levantamos para ir embora e percebemos que o bar estava girando. Mama mia, não é que a cerveja levinha quase nos derruba ?
13.06.2004
Hoje fomos conhecer a província de Luxemburgo e o Grão Ducado de Luxenburgo. São duas cidade diferentes apesar do mesmo nome. A província pertence à Bélgica e o Grão Ducado é um Estado independente.
A região é muito bonita, cercada de florestas. Faz muito frio no inverno, chegando até 25 º negativos. Na província visitamos um castelo que pertencia ao rei Godofredo de Million, que lutou nas cruzadas. Acho que participar das cruzadas era sinal de virilidade para os homens daquela época. Esse castelo é o primeiro que conheço que mantém uma aparência bem original, como deveria ser realmente um castelo na idade média: escuro, úmido, bem rústico, com a finalidade primordial de defender seus ocupantes. No pátio externo havia um homem vestido com roupas de época fazendo uma apresentação com uma ave, acho que uma águia, bem legal.
Seguimos para o Grão Ducado. Almoçamos e em seguida fizemos um tour pelos monumentos da cidade. Caminhando pelas ruas que estavam meio vazias (hoje é domingo) passamos pelo palácio imperial e assistimos à troca da guarda. Terminamos o passeio tomando um delicioso chocolate quente com creme, fumegante, para combinar com o frio do final de tarde. Estávamos em um restaurante com mesinhas na calçada. Uma orquestra infantil se apresentava na praça que é toda cercada de restaurantes com mesinhas ao ar livre. Bebíamos o chocolate e ouvíamos a música. Já falei que essa é uma das partes que mais gosto nesses passeios ?
Contratamos um tour local para a cidade de Bruges. No caminho fizemos uma parada na cidade de Gent. Visitamos a catedral de St. Bavón que também tem quadros de Rubens. Durante a visita um coral ensaiava uma música em latim. Fico imaginando como seria cantar com o coral da Petrobras numa igreja com essa acústica. Quem sabe algum dia não cantamos na igreja da Candelária, no Rio...
Nessa cidade o idioma falado não é o francês. Eles falam o “flamengo”. Com esse nome, deve ser uma língua bem bonita, vibrante, calorosa. Em Antuérpia e Bruges a língua falada também é o flamengo.
A cidade de Bruges é uma gracinha. Enfrentamos uma longa fila para o passeio de barco. Os canais são estreitos e atravessamos sob várias pontes bem antigas que lembram muito bem o passado medieval dessa cidade. Em seguida caminhamos pelas ruas estreitas da cidade em direção a praça central. Pelo caminho muitas lojinhas vendendo chocolate e também a famosa renda de bruges. Estávamos em um grupo muito grande e o guia parecia um pouco confuso, tendo que repetir as informações em várias línguas. A cidade merece uma visita mais demorada.
À noite, já em Bruxelas, fomos a um bar bem legal. O “La Morte Subit” (morte súbita) é bem frequentado e muito aconchegante. Como a maioria dos bares por aqui, não há muita variedade de belisquetes. As pessoas vêm mesmo é beber, encher “a cara”, eu diria. Pedimos várias cervejas diferentes, algumas com sabor de frutas que eu nem provei pois não gosto de bebida doce. Tudo ia muito bem até que nos levantamos para ir embora e percebemos que o bar estava girando. Mama mia, não é que a cerveja levinha quase nos derruba ?
13.06.2004
Hoje fomos conhecer a província de Luxemburgo e o Grão Ducado de Luxenburgo. São duas cidade diferentes apesar do mesmo nome. A província pertence à Bélgica e o Grão Ducado é um Estado independente.
A região é muito bonita, cercada de florestas. Faz muito frio no inverno, chegando até 25 º negativos. Na província visitamos um castelo que pertencia ao rei Godofredo de Million, que lutou nas cruzadas. Acho que participar das cruzadas era sinal de virilidade para os homens daquela época. Esse castelo é o primeiro que conheço que mantém uma aparência bem original, como deveria ser realmente um castelo na idade média: escuro, úmido, bem rústico, com a finalidade primordial de defender seus ocupantes. No pátio externo havia um homem vestido com roupas de época fazendo uma apresentação com uma ave, acho que uma águia, bem legal.
Seguimos para o Grão Ducado. Almoçamos e em seguida fizemos um tour pelos monumentos da cidade. Caminhando pelas ruas que estavam meio vazias (hoje é domingo) passamos pelo palácio imperial e assistimos à troca da guarda. Terminamos o passeio tomando um delicioso chocolate quente com creme, fumegante, para combinar com o frio do final de tarde. Estávamos em um restaurante com mesinhas na calçada. Uma orquestra infantil se apresentava na praça que é toda cercada de restaurantes com mesinhas ao ar livre. Bebíamos o chocolate e ouvíamos a música. Já falei que essa é uma das partes que mais gosto nesses passeios ?
25 junho, 2010
Londres
14.06.2004
Estamos partindo para Londres. Já começa a bater um pouco de cansaço. É a droga da idade, certamente. Hospedamos-nos em um hotel no bairro de Notting Hill. É aquele bairro do filme do mesmo nome, com o bonitinho Hugh Grant. Achei o bairro bem charmoso, muito arborizado e as casas, em estilo vitoriano segundo me informaram, são bem bonitinhas. Estamos instaladas em uma quarto no porão, no primeiro nível abaixo do nível da rua. Até hoje só tinha visto este tipo de quarto nos filmes. Aqui no Brasil não é muito comum casas com porão e sótão. O quarto não é grande mas é confortável.
Fomos caminhando até o Hyde Park. Na primeira esquina encontramos uma brasileira com seu bebê. Ela seria a primeira de muitos outros brasileiros que encontramos por aqui. Chegamos ao parque que é enorme, ocupa vários quarteirões do bairro. Estava fazendo muito calor e nos sentamos na sombra das árvores para comer um hot dog. Em seguida fomos ao “Covent Gard” um prédio antigo onde funciona um mercado uma feira de antiguidades. Não ligo muito para essas feiras, não tenho olho clínico para esse tipo de produto, tudo me parece quinquilharia. O local é bem animado. Tomamos algumas cervejas em um bar enquanto aguardávamos a Bruna, sobrinha de Adélia.
A Bruna é fisicamente bem diferente de Adélia. Branquinha, quase ruiva e bem mais alta que a tia. Ela é jovem e bem simpática. Comemos uma pizza e em seguida fomos ao Picadily Circus e depois a um pub mais moderninho. Parece-me que a Bruna já trabalhou nesse pub.
Fomos conhecer o “cafofo” onde a Bruna mora. É um apartamento com vários quartos e cada quarto é alugado para diferentes pessoas, todas jovens, me parece. A cozinha e banheiros são comuns a todos. Bruna divide um dos quartos com uma outra moça baixinha, com enormes cílios postiços coloridos e um look bem exótico. As roupas delas estavam todas espalhadas pela cama, os sapatos pelo chão e o móvel ao lado da cama estava totalmente coberto de bijuterias, maquiagem, etc... uma zona. O lado da Bruna era o oposto, tudo arrumadinho. Parece que as diferenças são impedem a boa convivência e a Bruna me pareceu bem satisfeita.
Voltamos para o hotel. Adélia ficou meio espantada com a moradia da Bruna e acho que ficou bem preocupada. Parece que aqui em Londres o aluguel é caríssimo e esse tipo de lugar é bem comum. Nós é que não estamos acostumadas.
15.06.2004
O sistema de metrô é bem legal. A cidade é dividida em zonas e tem estações em todos os lugares. O tempo de espera é curto e os trens são bem conservados. Compramos bilhetes de um dia para as zonas que iríamos usar mais.
Começamos o dia no famoso museu de cera “Madame Tussout” . Adoramos !!! Vários museus aqui em Londres não cobram a entrada. Esse aqui é pago e não é barato. Aproveitei para tirar uma foto com Brad Pitt e Julia Robert.
Seguimos para o “Regent Park” . Acho que esse parque é o mais lindo de Londres, digamos que é um parque cinco estrelas. Está todo florido e há muitas, muitas rosas, de todos os tipos. Gostaria de fazer um piquenique por aqui. Deve ser muito gostoso estender uma toalha nessa grama, tirar os sapatos e ficar esquentando ao sol. Mas, pagando em libras, não dá pra ficar muito tempo parado. É preciso seguir em frente.
Fomos ao bairro Candem Town, lugar muito movimentado, reduto dos punks, drags, góticos e toda essa gente diferente. Por aqui se encontra todo tipo de roupa esquisita que podemos imaginar. Lembra um pouco o Saara no Rio.
À tarde fomos a Torre de Londres. Não é exatamente uma torre como o nome faz supor, mas sim uma fortaleza as margens do Tâmisa. A torre foi residência de vários reis e é um dos locais mais visitados da cidade. A história desse lugar que já foi palácio e prisão é meio trágica, com muitas execuções e torturas. Em uma das salas estão guardados alguns instrumentos de tortura que eram usados na época. Sinistro!!! Sentamos em um banco ao ar livre e Adélia, que prometeu que seria nossa guia na Inglaterra, nos contou um pouco da história do rei Eduardo VIII, o Barba Azul, que teve 6 esposas e muitas amantes. Conversamos sobre Ana Bolena e sobre as esposas que o rei mandou matar, sua fixação em ter um filho homem, etc... Adélia cumpriu direitinho seu papel de guia turístico e sem remuneração. Encerrada a parte cultural desse dia fomos jantar e, como ninguém é de ferro, tomar cerveja em um pub.
Estamos partindo para Londres. Já começa a bater um pouco de cansaço. É a droga da idade, certamente. Hospedamos-nos em um hotel no bairro de Notting Hill. É aquele bairro do filme do mesmo nome, com o bonitinho Hugh Grant. Achei o bairro bem charmoso, muito arborizado e as casas, em estilo vitoriano segundo me informaram, são bem bonitinhas. Estamos instaladas em uma quarto no porão, no primeiro nível abaixo do nível da rua. Até hoje só tinha visto este tipo de quarto nos filmes. Aqui no Brasil não é muito comum casas com porão e sótão. O quarto não é grande mas é confortável.
Fomos caminhando até o Hyde Park. Na primeira esquina encontramos uma brasileira com seu bebê. Ela seria a primeira de muitos outros brasileiros que encontramos por aqui. Chegamos ao parque que é enorme, ocupa vários quarteirões do bairro. Estava fazendo muito calor e nos sentamos na sombra das árvores para comer um hot dog. Em seguida fomos ao “Covent Gard” um prédio antigo onde funciona um mercado uma feira de antiguidades. Não ligo muito para essas feiras, não tenho olho clínico para esse tipo de produto, tudo me parece quinquilharia. O local é bem animado. Tomamos algumas cervejas em um bar enquanto aguardávamos a Bruna, sobrinha de Adélia.
A Bruna é fisicamente bem diferente de Adélia. Branquinha, quase ruiva e bem mais alta que a tia. Ela é jovem e bem simpática. Comemos uma pizza e em seguida fomos ao Picadily Circus e depois a um pub mais moderninho. Parece-me que a Bruna já trabalhou nesse pub.
Fomos conhecer o “cafofo” onde a Bruna mora. É um apartamento com vários quartos e cada quarto é alugado para diferentes pessoas, todas jovens, me parece. A cozinha e banheiros são comuns a todos. Bruna divide um dos quartos com uma outra moça baixinha, com enormes cílios postiços coloridos e um look bem exótico. As roupas delas estavam todas espalhadas pela cama, os sapatos pelo chão e o móvel ao lado da cama estava totalmente coberto de bijuterias, maquiagem, etc... uma zona. O lado da Bruna era o oposto, tudo arrumadinho. Parece que as diferenças são impedem a boa convivência e a Bruna me pareceu bem satisfeita.
Voltamos para o hotel. Adélia ficou meio espantada com a moradia da Bruna e acho que ficou bem preocupada. Parece que aqui em Londres o aluguel é caríssimo e esse tipo de lugar é bem comum. Nós é que não estamos acostumadas.
15.06.2004
O sistema de metrô é bem legal. A cidade é dividida em zonas e tem estações em todos os lugares. O tempo de espera é curto e os trens são bem conservados. Compramos bilhetes de um dia para as zonas que iríamos usar mais.
Começamos o dia no famoso museu de cera “Madame Tussout” . Adoramos !!! Vários museus aqui em Londres não cobram a entrada. Esse aqui é pago e não é barato. Aproveitei para tirar uma foto com Brad Pitt e Julia Robert.
Seguimos para o “Regent Park” . Acho que esse parque é o mais lindo de Londres, digamos que é um parque cinco estrelas. Está todo florido e há muitas, muitas rosas, de todos os tipos. Gostaria de fazer um piquenique por aqui. Deve ser muito gostoso estender uma toalha nessa grama, tirar os sapatos e ficar esquentando ao sol. Mas, pagando em libras, não dá pra ficar muito tempo parado. É preciso seguir em frente.
Fomos ao bairro Candem Town, lugar muito movimentado, reduto dos punks, drags, góticos e toda essa gente diferente. Por aqui se encontra todo tipo de roupa esquisita que podemos imaginar. Lembra um pouco o Saara no Rio.
À tarde fomos a Torre de Londres. Não é exatamente uma torre como o nome faz supor, mas sim uma fortaleza as margens do Tâmisa. A torre foi residência de vários reis e é um dos locais mais visitados da cidade. A história desse lugar que já foi palácio e prisão é meio trágica, com muitas execuções e torturas. Em uma das salas estão guardados alguns instrumentos de tortura que eram usados na época. Sinistro!!! Sentamos em um banco ao ar livre e Adélia, que prometeu que seria nossa guia na Inglaterra, nos contou um pouco da história do rei Eduardo VIII, o Barba Azul, que teve 6 esposas e muitas amantes. Conversamos sobre Ana Bolena e sobre as esposas que o rei mandou matar, sua fixação em ter um filho homem, etc... Adélia cumpriu direitinho seu papel de guia turístico e sem remuneração. Encerrada a parte cultural desse dia fomos jantar e, como ninguém é de ferro, tomar cerveja em um pub.
24 junho, 2010
Windsor e Londres-2
16.06.2004
Fizemos um tour panorâmico pela manhã. Passamos por bairros com construções em estilo Vitoriano, pequenos prédios de três andares pintados quase sempre de branco, com um andar inferior onde ficam a cozinha e outras dependências de serviço. Nosso hotel tem esse estilo, inspiração da rainha Vitória. Em outros bairros as construções são todas em tijolinhos avermelhados. Passamos por construções históricas: o Palácio de Westminster, a Abadia de Westminster, o Big Ben , a Tower Bridge, o Parlamento Inglês.
Seguimos em frente e conhecemos os grandes magazines Harrod’s e Selfridges. Terminamos o passeio no palácio de Buckingham e ficamos para ver a troca da guarda. Tremendo programa de índio. Um mar de turistas, não dá pra ver quase nada. Mas, como dizem “já que foi ao inferno não deixe de beijar o capeta”.
À tarde fomos ao National Galery. O museu é maravilhoso. Não sabia se olhava o acervo ou se admirava a arquitetura do prédio. O teto do museu também é uma obra de arte.
Atravessamos o Tâmisa e fomos andar na roda gigante “London Eye”. A vista panorâmica da cabine é excelente. A cidade é plana, não tem nenhum morro ou colina, o que facilita a visão. Beleza natural, nenhuma, a não ser os belíssimos parques e o rio. No mais são as prédios antigos e a história desse país que dão charme a essa cidade.
Fomos ao pub “Sherloc Holmes” tomar umas cervejas - afinal estamos em Londres - e comemos o tradicional prato da culinária inglesa: peixe com fritas.
17.06.2004
Visitamos pela manhã a catedral de Saint Paul e a Abadia de Westminster. A catedral é enorme e muito bonita. Vários personagens famosos estão enterrados lá. Foi também ali que príncipe Charles e Diana se casaram. A Abadia é menor e não é tão bonita mas carrega 800 anos de história.
Á tarde fizemos um passeio à cidade de Windsor onde está o castelo que é a residência de verão da família real. Parte do castelo é aberto à visitação. No restante ficam os aposentos usados pela família real. Diz o guia que essa é a residência preferida da rainha Elizabeth, onde ela passou boa parte da infância. No trajeto para Windsor passamos por vários carrões com pessoas muito bem vestidas. O guia nos informou que estava acontecendo uma corrida de cavalos em Ascot. A realeza e demais bem nascidos da Inglaterra, frequentam esse hipódromo. Os emergentes também devem bater ponto por ali. Vi algumas mulheres com chapéus dentro dos carros. Aliás, o chapéu é um caso a parte nesses eventos.
Para encerramos o dia jantamos no bairro Chinatown. Em seguida entramos em um daqueles ônibus de dois andares para dar uma volta pela cidade e ver como é Londres iluminada.
18.06.2004
Hoje vamos fechar o nosso roteiro conhecendo os museus British Museum e o Museu de História Natural. A arquitetura do museu de história natural é bem interessante e tem, logo na entrada o esqueleto de um enorme dinossauro. Alguns filmes com temas, por exemplo, da evolução da terra, são exibidos em algumas salas. Durante a exibição, se aparece na tela um vulcão em erupção, a sala treme. As crianças devem adorar isso aqui.
O British Museum é enorme. Gostei, “pero no mucho”. Muitas peças arqueológicas, manuscritos, esculturas, etc... Um pouco cansativo. A entrada nos dois museus é grátis o que, em minha opinião, está mais do que correto visto que nesse museu boa parte do acervo são peças saqueadas, ou roubadas para ser mais exata, na Grécia e no Egito. Quando fui à Grécia em 2002 visitei um museu que fica na Acrópole em Atenas. Parte do acervo do museu são réplicas de peças que foram roubadas. A réplica de uma parte da lateral do Paternon, que eu vi na Grécia, conheci agora o original no museu em Londres. Parece que os ingleses acham que essas relíquias são patrimônios da humanidade. Lembrei agora de uma piada pesada mas, deixa pra lá.
Fomos à loja Harrod’s comprar uns “regalos”. Bonita, grande e caríssima mas valeu a pena conhecer. Muitos produtos que estão sendo vendidos aqui são brasileiros. Alguém informou que esse ano a temática da loja foi o Brasil. Encontrei até uma bolsa de sisal fabricada na Amazônia, que eu comprei igualzinha em Macaé. Eta mundo globalizado!!!
Num dos andares tem uma espécie de altar em homenagem a princesa Diana com uma escultura de um casal dançando. O dono dessa loja é o pai do namorado de Diana, Dodi Al Fayed, que morreu junto com ela. Parece que o altar virou local de peregrinarão.
Tomamos o chá das cinco num café em frente à Harrod’s.
À noite fomos a um pub perto do hotel para conhecermos o namorado da Bruna. Ele é neozelandês e não fala nada de português. Kátia bateu o martelo e disse “Bruna não volta para São Paulo. Ela está apaixonadíssima por esse rapaz”. Quem sou eu para duvidar, de paixão Kátia entende. Fechamos a noite num restaurante grego “Santorini” comendo uma moussaká. Ah! Que saudades da Grécia.
19.06.2004
Hoje é o dia da nossa partida. Fomos à famosa feira de antiguidades Portobello. Esta feira acontece todos os domingos no bairro de Notting Hill, onde estamos hospedadas. Na verdade vende-se de tudo nessa feira que fica lotada de turistas. Comprei uma bata indiana bem bonitinha.
Às 14 horas fomos para o aeroporto tomar o vôo para Milão. Depois São Paulo, depois Rio de Janeiro, depois Macaé. Neste momento estou voando para São Paulo. Se tudo correr bem chego em Macaé amanhã na hora do almoço. Uma panela de feijoada está a minha espera.
Fizemos um tour panorâmico pela manhã. Passamos por bairros com construções em estilo Vitoriano, pequenos prédios de três andares pintados quase sempre de branco, com um andar inferior onde ficam a cozinha e outras dependências de serviço. Nosso hotel tem esse estilo, inspiração da rainha Vitória. Em outros bairros as construções são todas em tijolinhos avermelhados. Passamos por construções históricas: o Palácio de Westminster, a Abadia de Westminster, o Big Ben , a Tower Bridge, o Parlamento Inglês.
Seguimos em frente e conhecemos os grandes magazines Harrod’s e Selfridges. Terminamos o passeio no palácio de Buckingham e ficamos para ver a troca da guarda. Tremendo programa de índio. Um mar de turistas, não dá pra ver quase nada. Mas, como dizem “já que foi ao inferno não deixe de beijar o capeta”.
À tarde fomos ao National Galery. O museu é maravilhoso. Não sabia se olhava o acervo ou se admirava a arquitetura do prédio. O teto do museu também é uma obra de arte.
Atravessamos o Tâmisa e fomos andar na roda gigante “London Eye”. A vista panorâmica da cabine é excelente. A cidade é plana, não tem nenhum morro ou colina, o que facilita a visão. Beleza natural, nenhuma, a não ser os belíssimos parques e o rio. No mais são as prédios antigos e a história desse país que dão charme a essa cidade.
Fomos ao pub “Sherloc Holmes” tomar umas cervejas - afinal estamos em Londres - e comemos o tradicional prato da culinária inglesa: peixe com fritas.
17.06.2004
Visitamos pela manhã a catedral de Saint Paul e a Abadia de Westminster. A catedral é enorme e muito bonita. Vários personagens famosos estão enterrados lá. Foi também ali que príncipe Charles e Diana se casaram. A Abadia é menor e não é tão bonita mas carrega 800 anos de história.
Á tarde fizemos um passeio à cidade de Windsor onde está o castelo que é a residência de verão da família real. Parte do castelo é aberto à visitação. No restante ficam os aposentos usados pela família real. Diz o guia que essa é a residência preferida da rainha Elizabeth, onde ela passou boa parte da infância. No trajeto para Windsor passamos por vários carrões com pessoas muito bem vestidas. O guia nos informou que estava acontecendo uma corrida de cavalos em Ascot. A realeza e demais bem nascidos da Inglaterra, frequentam esse hipódromo. Os emergentes também devem bater ponto por ali. Vi algumas mulheres com chapéus dentro dos carros. Aliás, o chapéu é um caso a parte nesses eventos.
Para encerramos o dia jantamos no bairro Chinatown. Em seguida entramos em um daqueles ônibus de dois andares para dar uma volta pela cidade e ver como é Londres iluminada.
18.06.2004
Hoje vamos fechar o nosso roteiro conhecendo os museus British Museum e o Museu de História Natural. A arquitetura do museu de história natural é bem interessante e tem, logo na entrada o esqueleto de um enorme dinossauro. Alguns filmes com temas, por exemplo, da evolução da terra, são exibidos em algumas salas. Durante a exibição, se aparece na tela um vulcão em erupção, a sala treme. As crianças devem adorar isso aqui.
O British Museum é enorme. Gostei, “pero no mucho”. Muitas peças arqueológicas, manuscritos, esculturas, etc... Um pouco cansativo. A entrada nos dois museus é grátis o que, em minha opinião, está mais do que correto visto que nesse museu boa parte do acervo são peças saqueadas, ou roubadas para ser mais exata, na Grécia e no Egito. Quando fui à Grécia em 2002 visitei um museu que fica na Acrópole em Atenas. Parte do acervo do museu são réplicas de peças que foram roubadas. A réplica de uma parte da lateral do Paternon, que eu vi na Grécia, conheci agora o original no museu em Londres. Parece que os ingleses acham que essas relíquias são patrimônios da humanidade. Lembrei agora de uma piada pesada mas, deixa pra lá.
Fomos à loja Harrod’s comprar uns “regalos”. Bonita, grande e caríssima mas valeu a pena conhecer. Muitos produtos que estão sendo vendidos aqui são brasileiros. Alguém informou que esse ano a temática da loja foi o Brasil. Encontrei até uma bolsa de sisal fabricada na Amazônia, que eu comprei igualzinha em Macaé. Eta mundo globalizado!!!
Num dos andares tem uma espécie de altar em homenagem a princesa Diana com uma escultura de um casal dançando. O dono dessa loja é o pai do namorado de Diana, Dodi Al Fayed, que morreu junto com ela. Parece que o altar virou local de peregrinarão.
Tomamos o chá das cinco num café em frente à Harrod’s.
À noite fomos a um pub perto do hotel para conhecermos o namorado da Bruna. Ele é neozelandês e não fala nada de português. Kátia bateu o martelo e disse “Bruna não volta para São Paulo. Ela está apaixonadíssima por esse rapaz”. Quem sou eu para duvidar, de paixão Kátia entende. Fechamos a noite num restaurante grego “Santorini” comendo uma moussaká. Ah! Que saudades da Grécia.
19.06.2004
Hoje é o dia da nossa partida. Fomos à famosa feira de antiguidades Portobello. Esta feira acontece todos os domingos no bairro de Notting Hill, onde estamos hospedadas. Na verdade vende-se de tudo nessa feira que fica lotada de turistas. Comprei uma bata indiana bem bonitinha.
Às 14 horas fomos para o aeroporto tomar o vôo para Milão. Depois São Paulo, depois Rio de Janeiro, depois Macaé. Neste momento estou voando para São Paulo. Se tudo correr bem chego em Macaé amanhã na hora do almoço. Uma panela de feijoada está a minha espera.
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